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Blumenau tem 34 focos do mosquito Aedes aegypti desde o dia 1° de janeiro de 2020

 

 

 

 

De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Blumenau, entre os dias 1° e 16 de janeiro foram identificados 34 focos do mosquito Aedes aegypti. O maior número aparece no entorno da Vila Germânica, estendo-se para bairros como Velha (13), Itoupava Seca (8), Itoupavazinha (5), Vila Nova (5), Centro (2) e Velha Central (1).

 

Foto: James Tavares | SECOM/SC

 

O mosquito causador de doenças como dengue, febre chikungunya e zika, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde do município, mas é essencial o papel da comunidade para evitar o acúmulo de água parada. As três são transmitidas pela picada da fêmea infectada com os vírus e a principal medida de prevenção é eliminar os criadouros do mosquito.

Os sinais das doenças podem ser confundidos com sintomas de outras mais comuns, como gripes e resfriados. Por isso, é importante estar sempre em alerta, não tomar medicamentos sem orientação médica e manter-se sempre hidratado. Além, é claro, de buscar um diagnóstico médico o quanto antes, o que é essencial para o sucesso do tratamento. Se as dores abdominais persistirem, mesmo com a ausência de febre, procure ou volte ao médico. Esse sintoma persistente pode indicar os casos mais graves da doença.

Caso apresente os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento adequados. Todos são oferecidos de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Não existe medicamento específico contra essas doenças. Os sintomas podem ser aliviados com o uso de remédios para dor ou febre, prescritos pelo médico. Para prevenir o agravamento da doença, é importante ingerir bastante líquido.

Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (Aspirina, Melhoral, AAS) e anti-inflamatórios, pois podem aumentar o risco de hemorragias.

 

 

 

Dengue

O vírus da dengue se apresenta em quatro sorotipos diferentes: DENV1, DENV2, DENV3 e DENV4. Por isso, é possível contrair a doença até quatro vezes, já que a infeção por um sorotipo não gera imunidade para os demais. A chance de a doença evoluir para uma forma grave é maior nas pessoas que já tiveram a infecção anteriormente do que em pessoas que nunca contraíram o vírus. Os sintomas são: febre, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele. A doença pode evoluir para uma forma mais grave e ocasionar sangramento na pele, mucosas, órgãos internos e até levar à morte.

O diagnóstico é realizado por exames laboratoriais pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN), que indicam a presença do vírus ou de anticorpos da doença.

 

 

 

Chikungunya

A infecção viral se apresenta sob a forma aguda (com sintomas abruptos de febre alta, dor articular intensa, dor de cabeça e dor muscular, podendo ocorrer erupções cutâneas) e pode evoluir para as fases: subaguda (com persistência de dor articular) e crônica (com persistência de dor articular por meses ou anos). O nome da doença deriva de uma expressão usada na Tanzânia que significa “aquele que se curva”.

O diagnóstico é realizado por exames laboratoriais ou pela avaliação dos sinais e sintomas apresentados e pela presença da pessoa em áreas com detecção do mosquito transmissor ou com casos de dengue nos 14 dias anteriores ao ínicio do quadro.

 

 

 

Zika

A zika é uma infecção viral e seus sintomas são vermelhidão no corpo com coceira, olhos avermelhados sem coceira e sem secreção, febre, inchaço e dores nas articulações. Transmitida pela picada fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado pelo vírus, o diagnóstico também é realizado por exames laboratoriais pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN), que indicam a presença do vírus ou de anticorpos da doença.

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