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Morreu aos 67 anos neste domingo (15/09), o cantor português Roberto Leal

 

 

Foto: reprodução Facebook

 

Faz três anos que o cantor português Roberto Leal, de 67 anos, vinha lutando contra um câncer de pele. Na madrugada deste domingo (15/09/19), após sofrer complicações por insuficiência renal, veio a óbito.

A informação de sua morte foi confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital Samaritano de São Paulo (SP), onde estava internado desde segunda-feira (9). Uma metástase, fase em que a doença se espalha pelo corpo, afetou seus olhos e coluna.

Antônio Joaquim Fernandes, teve uma carreira musical de 45 anos, vendeu mais de 17 milhões de discos e gravou aproximadamente 400 músicas. Os quarentões e cinquentões ainda irão lembrar de seus sucessos mais conhecidos como “Arrebita”, “Bate o pé” e “A festa ainda pode ser bonita”. A primeira ficou ainda mais popular na “interpretação livre” do grupo Mamonas Assassinas.

O cantor vivia entre seu país natal e o Brasil, onde já morava há alguns anos na capital paulista, onde chegou aos 11 anos, quando imigrou de Portugal com seus pais e nove irmão. Ele nasceu na cidade de Macedo de Cavaleiros, no norte do país.

Em São Paulo, trabalhou como sapateiro e vendedor em uma feira. Em 1978, protagonizou o filme “O milagre – O poder da fé”, inspirado em sua própria história.

No final dos anos 80, voltou a morar em Portugal para se dedicar ao mercado musical europeu. Nesse período, comandou um programa na TV do país. Mais de 20 anos depois do lançamento de “Arrebita”, a popularidade do cantor ganhou vida nova quando, em 1995, os Mamonas Assassinas lançaram “Vira-vira”, que satiriza músicas dele.

Em 2000, dois anos após retornar ao Brasil, lançou o disco “Roberto Leal canta Roberto Carlos”, depois ainda produziu discos e coletâneas. O último, “Arrebenta a festa”, saiu em 2016. No ano passado tentou uma vaga de deputado estadual por São Paulo pelo PTB, mas não se elegeu.

 

 

Em 2018, ele concede uma entrevista falando sobre a doença.

 

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