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No Dia das Mulheres, policiais militares falaram sobre sua rotina e escolha das carreiras

 

 

Por Claus Jensen, com imagens de Marlise Cardoso Jensen

Há muito tempo que a mulher faz parte da Polícia Militar. Mas em Santa Catarina, somente um pequeno percentual das vagas da corporação está disponível para elas, o resto é preenchido por homens.

Mas algumas conquistas são até maiores do que na iniciativa privada. Oficiais masculinos e femininos ganham os mesmos salários, sem diferença. Como será que as famílias e os amigos reagem quando uma mulher decide entrar na PM?

No Dia das Mulheres, convidamos duas policiais militares para falarem sobre sua opção em uma carreira ainda dominada pelos homens. A tenente Karla Medeiros entrou na corporação há 4 anos e coordena a Rede Catarina de Proteção à Mulher. A cearense graduada em direito, entrou na PM influenciada pelo marido, que juntos tem a mesma patente na corporação.

A outra convidada foi a soldado Sarah C. C. Soares, uma mineira formada em artes cênicas e que viveu em São Paulo.  Ela ingressou em 2017 após ser aprovada no concurso. Ambas atuam no 10º Batalhão da Polícia Militar de Blumenau.

Durante a entrevista, perguntamos sobre preconceito na profissão que escolheram, tanto na corporação, quanto em abordagens nas ruas. A intenção era publicar no dia 8 de março, mas a matéria acabou saindo nesta manhã deste sábado (9). Espero que gostem tanto quanto eu de entrevistar.

 

Trabalho com publicidade há mais de 29 anos, fiz teatro durante 8, apresentei programa de televisão outros 5 e sou blogueiro desde 2007. Mas minha maior paixão é a família, e claro, essa fascinante Blumenau.

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