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Apelo ao “colega”, Partido Radical de Centro e 50 anos da Comunicação Institucional da Alesc


 

Por Andréa Leonora, editora coluna Pelo Estado

 

Sede da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 12ª Região (Anamatra 12), em Santa Catarina, localizada na Rua Prof. Hermínio Jaques, 179, Centro, Florianópolis | Imagem: Google Maps (Street View) Novembro 2017

 

Apelo ao “colega”

A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 12ª Região (Anamatra 12), em Santa Catarina, parabenizou o juiz federal Sérgio Moro. Ele foi convidado e aceitou o convite para ser ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro.

A presidente da Amatra 12, juíza do Trabalho Andrea Haus Bunn, acredita que o fato de ter um “colega” no Ministério pode ser uma oportunidade de um magistrado interceder favoravelmente a todos os segmentos do Judiciário, principalmente a Justiça do Trabalho. Em nota pública divulgada pela entidade, a indicação ao Ministério da Justiça é tratada como “missão”.

Na sequência, efeito o pedido para que se “abra um canal de interlocução com o Poder Judiciário e, em especial, que atue firmemente em defesa do estado democrático de direito e da Justiça do Trabalho”. Junto com a declaração de confiança na “capacidade, sensibilidade e competência” de Moro, vem o pedido para que sua atuação “seja pautada pela defesa da Magistratura como poder independente e valorizado”.

 

Partido Radical de Centro

“Ser radical de centro implica ser firme na preservação dos direitos civis e políticos e propor uma sociedade não excludente e justa. A onda conservadora concentra-se principalmente nos costumes, na cultura. O centro radical prega o respeito à diversidade e sua valorização, que é constitutiva da democracia, embora se recuse a transformar a diferença em expressão única do que é positivo. Sem fundamentalismos desnecessários e mesmo contraproducentes.”

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, defendendo a criação de um partido radical de centro

 

50 anos

Está marcada para o dia 28 de novembro a comemoração pelos 50 anos de criação da Comunicação Institucional da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em 1968, portanto em plena ditadura civil-militar, no período em que presidia o poder o deputado Lecian Slovinski, falecido há apenas três anos. O começo, com a simples assessoria de imprensa restrita à presidência da Casa, evoluiu para a distribuição de releases, entregues pessoalmente em cada redação ou sucursal instalada em Florianópolis. Mais tarde, com o advento do fac símile (fax), também as redações do interior passaram a receber as notícias do Legislativo estadual.

Atualmente, a Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa catarinense está entre as mais atuantes do país. A Agência Alesc tem em sua estrutura A TV AL, a Rádio AL, a Sala de Imprensa, para atendimento aos profissionais da área, além da presença constante em todas as redes sociais. Seguindo as tendências do setor, em 2011 se decidiu pela extinção do impresso AL Notícias, que, criado em 1999, chegou a 405 edições, todas digitalizadas e disponíveis para pesquisas, por exemplo. Uma das homenageadas será Jamile Machado, em grande parte responsável pela consolidação do serviço.

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