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Considerado primeiro drone aquático do Brasil, o projeto foi desenvolvido em Santa Catarina


Projeto ROAZ é apresentado no Fórum Mundial da Água, em Brasília | Foto: Divulgação/ROAZ

 

Por mais distantes que sejam, o Lago Paranoá, em Brasília, a Costeira do Pirajubaé, em Florianópolis, e a Bahia da Guanabara, no Rio de Janeiro, têm algo em comum. Suas águas foram monitoradas por embarcações construídas com auxílios financeiros do governo estadual e federal, por meio do programa Tecnova, que recebeu recursos da Financiadora de Estudo e Projetos (Finep) e da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

Além de identificar poluentes, os barcos carregam equipamentos capazes de mapear a topografia subaquática e executar outras tarefas sem condutores, pois se enquadram na categoria Veículo Aquático Não-Tripulado de Navegação Autônoma. É para que este fim que os “drones aquáticos” da empresa Roaz serão orientados.

“Há muitas demandas que sequer imaginávamos, entre elas as da ANA e das empresas que prestam serviços a ela”, disse o engenheiro Roberto Böell Vaz da Udesc de Florianópolis, responsável  pelo desenvolvimento do projeto. Ele referia-se aos pedidos que recebeu durante a participação no Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, promovido em março na capital federal. O convite para mostrar o veículo no Fórum decorreu do Prêmio Mútua de Empreendedorismo, entregue em 2016 pela seguradora ao projeto Roaz.

Para Brasília, Vaz e o administrador de empresas João Roberto Golfetto levaram o terceiro e menor modelo do veículo, com 1,65 metro de extensão. O barco foi levado de um estande ao Lago Paranoá para um teste e chamou atenção até da Rede Globo.

As versões anteriores do Roaz tinham 5,2 metros – a primeira, financiada pelo programas Sinapse da Inovação – e 2,8 metros – esta feita também com recursos da Fapesc e da Finep, por meio do Tecnova. “Sentimos a necessidade de diminuir o tamanho dos barcos e de atualizar a plataforma do software de controle, que antes era no computador, hoje é num tablet e futuramente será no celular”, explica o engenheiro, que também trabalha na Udesc.

Fonte: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do estado de Santa Catarina – FAPESC

O Blumenauense

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