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Setor de chocolates fecha 2017 com volume de produção praticamente estável

 

O chocolate é um produto consumido em todo o mundo. No Brasil, não é diferente, o país é hoje o 6º mercado em volume de vendas de chocolates no varejo, atrás apenas de Estados Unidos, Rússia, Alemanha, Reino Unido e França.

Para atender a demanda, a setor brasileiro de chocolates fechou 2017 com uma produção de 491 mil toneladas, volume praticamente estável se comparado ao ano anterior. O crescimento de 0,3%, registrado no período, confirma o amadurecimento da indústria e sua capacidade de organização e recuperação.

“Desde 2011 o setor vinha registrando quedas constantes no volume produzido, por conta do cenário econômico do Brasil. No último ano, seguindo a tendência de recuperação de diversos segmentos, a indústria de chocolates registrou um desempenho melhor. O chocolate, apesar de paixão nacional, não é considerado prioridade na cesta do brasileiro, por isso seu consumo é fortemente influenciado pelo poder de compra do brasileiro”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da ABICAB.

Consumo de chocolate no Brasil

O consumo de chocolate no Brasil ainda é tímido se comparado com outras regiões da Europa, como a Suíça, Áustria e Alemanha, por exemplo. Ainda assim, considerando os hábitos dos brasileiros e, principalmente, o clima do País, o mercado nacional merece atenção.

De acordo com pesquisa CONECTA encomendada pela ABICAB, os tipos de chocolate mais consumidos pelos brasileiros são tablete (43%), bombons (40%) e wafers com chocolate (34%). Segundo o estudo, o chocolate ao leite é o preferido dos brasileiros (42%), seguido pelo meio amargo (31%) e pelo chocolate branco (18%).

Os dados são da ABICAB, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB), fundada em 1957, representa os maiores fabricantes do país junto às esferas pública e privada, no Brasil e no exterior. A entidade engloba a cadeia produtiva brasileira, representando 92% do mercado de chocolates, 93% do mercado de balas e confeitos, 62% do mercado de amendoim.

A indústria nacional representa em valor de venda R$ 25 bilhões, gerando mais de 42 mil empregos diretos e é considerada uma das maiores do mundo neste setor, sendo amplamente reconhecida pela qualidade e segurança de seus produtos.

O Blumenauense

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